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Módulo
6 |
IMPRESSORAS
A
impressora é o dispositivo responsável pela impressão dos conteúdos de um
computador, sejam eles dados ou
imagens. Quanto à tecnologia de impressão, existem diversas no mercado, cada
uma com uma característica especial.
A impressora matricial
A impressora matricial é necessária
para as tarefas que exigem impressão em
formulários multivias, a qual outras impressoras não podem executar de forma
alguma. Embora algumas matriciais possam interpretar comandos postscript ou de alguma outra linguagem de descrição de
página, a maior parte das impressoras de impacto é projetada para trabalhar com
tipos bitmap controladores pelo código ASCII, enviados do PC para a impressora.
A cabeça de impressão de uma matricial
possui de 9 a 48 agulhas, também chamadas pinos de impressão, alinhadas
verticalmente. Essas cabeças movimentam-se em direção ao papel e tocam uma fita
de tinta que projeta o caractere no papel.
A
impressora jato de tinta possui resolução muito boa (tão boa quanto a impressão
de uma laser), mas se assemelha a uma matricial: ambas possuem cabeças de
impressão que percorrem toda a extensão da página, colocando uma linha de texto
completa a cada passada. Esse movimento mecânico coloca as impressoras a jato
de tinta em termos de velocidade, na mesma classe das matriciais, porém elas
depositam tinta em pontos bem menores
que as de impacto. O preço das impressoras a jato de tinta geralmente fica
próximo das matriciais.
São
perfeitas em termos de custo, velocidade e qualidade.
Grande diferença entre as
impressoras a jato de tinta e suas duas primas está na cabeça de impressão.
Utilizando uma tecnologia especial, a impressora jato de tinta espalha pequenas
gotas de tinta no papel.
A
impressora laser tem como ancestral a máquina fotocopiadora, pois apresenta um
módulo de impressão que usa o mesmo pó negro das máquinas xerox. Apesar disso,
as impressoras laser apresentam o mais alto grau de tecnologia de impressão
incluído o tratamento de imagens por laser, a movimentação precisa do
papel e um microprocessador que
controla todas essas tarefas. A impressão laser possui altíssima qualidade
gráfica e funciona realizando os seguintes
processos: interpreta os
sinais vindos do computador; converte-os em instruções que
controlem o movimento do feixe
de laser; movimenta o papel; e polariza-o com laser de forma que ele atraia o
toner negro que comporá a imagem e fundir o toner já polarizado no papel. O
resultado é uma impressão excelente. A impressora laser não somente produz
cópias mais rapidamente que a impressora matricial, como as páginas são também
mais fielmente detalhadas que as produzidas em matriciais.
A
impressora térmica em cores
A impressora
térmica é o periférico mais utilizado para impressão colorida nos dias de hoje.
O processo de impressão gera cores vivas porque a tinta utilizada não borra as
demais, nem é absorvida por papéis com texturas especiais. O papel entra na
impressora e é preso por um rolamento que o pressiona contra o filme largo
revestido de tintas coloridas. O filme contém uma faixa de cada uma das cores
de composição (ciano, magenta, amarelo e, se for o caso preto). Quando passa
pelo alimentador de papel, o papel é pressionado contra a faixa ciano do filme.
Um ou mais elementos de aquecimento são acionados e derretem pequenos pontos de
tinta. O papel continua a se mover pelo alimentador até ser parcialmente
ejetado da impressora. A tinta que foi derretida então fixa-se no papel. O
filme colorido desliza exibindo a faixa magenta, e o papel é puxado de volta à
impressora, por qual é pressionado contra a faixa magenta, e o processo térmico
é repetido. O processo repete-se até que a impressora tenha utilizado todas as cores,
e somente então a página é ejetada por completo.
Como a Impressora Funciona
A
impressora é um periférico totalmente microprocessado, ou seja, é
“inteligente”. Os dados que vêm do microcomputador passam, dentro da
impressora, através de uma interface (paralela ou serial, dependendo do tipo de
transmissão que esteja sendo feita), de modo que a impressora possa utilizá-los
e avisar ao microcomputador assim que se encontrar pronta para receber o
próximo dado - o que acontecerá quando este dado estiver devidamente impresso.
Como a impressora é um periférico mais lento do que o microcomputador, você
deve ter percebido que a lentidão deste processo iria fazer com que o
microcomputador ficasse dedicado a impressora durante todo o tempo de
impressão.
Buffer
Para
resolver este problema, a maioria das impressoras possui um buffer, ou seja, uma memória para
armazenar temporariamente os dados que estão vindo do microcomputador. Este
procedimento é uma boa alternativa para a disponibilização do microcomputador
mais rapidamente. Tão logo envia os dados para o buffer, o microcomputador
ficará disponível para utilização, enquanto a impressora ainda estará
trabalhando, imprimindo os dados disponíveis no buffer.
Spooler
No
entanto, mesmo existindo este recurso por hardware, o tamanho do buffer da
impressora não é grande o suficiente para imprimir grandes documentos. Neste
caso, há a possibilidade de utilizarmos o mesmo recurso por software, uma
técnica conhecida como Print Spooler. Neste caso, o
programa que imprimirá o documento - o processador de textos, por exemplo -
envia ao programa gerenciador de impressão os caracteres que seriam enviados
para a impressora. Este programa gerenciador de impressão irá liberar o
programa tão logo receba todos os dados a serem impressos. Quem irá imprimir o
documento será o gerenciador de impressão, liberando o programa principal para
uso. Este é o caso do ambiente Windows e de todos os sistemas operacionais
modernos. Por contarem com multitarefa, permitem que documentos sejam impressos
em background enquanto você continua
a utilizar normalmente o microcomputador. No caso do Windows 3.x e Windows 95,
o responsável por isto é justamente o Gerenciador
de Impressão. No OS/2 é o Spooler.
Drivers de Impressão
Mas
para o controle da impressora pelo microcomputador há a necessidade de serem
criados comandos. Estes comandos tornam a impressora capaz de executar desde as
suas tarefas mais básicas - como mudar de linha e de página, por exemplo - até as mais complexas - como impressão
de mais de um tipo de letra, gráficos, efeitos especiais, etc. Principalmente
os “efeitos especiais” variam conforme o fabricante e seus modelos. Temos,
então, diversas impressoras com os mais diversos recursos, que são acionados
através de comandos especiais que também variam de modelo para modelo e de
fabricantes para fabricantes.
Portanto,
os comandos utilizados por um modelo de impressora não serão necessariamente
válidos em outro modelo, até mesmo porque um determinado recurso que existe em uma
impressora poderá não existir em outra. Assim, para a utilização destes
“efeitos especiais”, o programa que queira utilizá-los deverá ser capaz de
reconhecer o conjunto de comandos utilizado pela impressora. É exatamente por
este motivo que vários programas, especialmente que imprimem textos com
“efeitos especiais” (itálico, sublinhado, negrito, etc.) e programas para a
impressão de gráficos, possuem funções específicas de configuração (setup) de impressora, pois o programa
necessita saber exatamente qual é o tipo de impressora que você possui
(fabricante e modelo).
Mas
nem tudo é um mar de rosas. Há milhares de fabricantes e modelos no mercado,
tornando-se quase impossível termos em um só programa todas as informações para
todas as impressoras existentes no mundo. Assim, quando um fabricante lança uma
nova impressora no mercado, ele geralmente opta por seguir
uma linha de comandos já
existentes, isto é, utilizar os mesmos comandos adotados por algum grande
fabricante de ampla aceitação. Garante-se assim que a maioria dos programas
existentes seja capaz de reconhecer a configuração desta nova impressora. Por
este motivo, as impressoras seguem principalmente a linha de comando da Epson,
HP ou IBM, primordialmente, podendo ainda em segundo plano possuir seu próprio
conjunto de comandos.
No
entanto, com o advento de ambientes de trabalho como o Windows e de sistemas
operacionais com ambiente de trabalho nativo como o Windows 95 e o OS/2, a
configuração de impressora tornou-se muito mais simples. A partir deste
momento, quem irá imprimir não será mais o programa processador de textos, a
planilha ou o aplicativo gráfico, mas o gerenciador de impressão. Com isto
basta configurarmos o ambiente uma só vez que todos os programas usufruam da
mesma impressora.
Atualmente
todos os fabricantes fornecem sua impressoras com um disquete contendo drivers apropriados par os sistemas DOS
- Windows, OS/2 e Windows 95. Estes
drivers são justamente os responsáveis pela conversão de comandos dos programas
em comandos que a impressora entenda para imprimir corretamente os gráficos -
uma vez que todos os ambientes modernos imprimem em modo gráfico. Mesmo textos
são impressos como gráficos e daí a possibilidade de diversos tipos de letras e
de efeitos.
Os
citados ambientes/sistemas operacionais contêm uma série de drivers de
impressoras mais conhecidas, como Epson LX-810 e Epson LQ-570 ESC/P2. Para
impressoras mais conhecidas, você necessitará do disco de drivers que acompanha
a mesma.
De
qualquer forma o roteiro seria o mesmo. Para a instalação de uma impressora,
basta conectarmos a mesma fisicamente na porta paralela do microcomputador
(levando-se em conta uma impressora paralela) - através de um cabo tradicional
que pode ser adquirido em boas lojas de suprimento para informática – e, em
seguida, a instalação do driver de impressora no ambiente ou sistema
operacional, conforme o caso. Não se esqueça de que a ligação física da
impressora ao microcomputador deverá ser feita com ambos completamente
desligados. Caso contrário você poderá acidentalmente queimar a porta
paralela.
As impressoras multifuncionais
Existe
um tipo especial de impressora denominada multifuncional, que combina as
funções de fax modem, Telefone e, às vezes possui até scanner. Esse tipo de
equipamento está em franca expansão no mercado, pois possui um
custo muito abaixo do da aquisição desses periféricos em separado, além
de ser mais compacto e confiável.
A
fonte de alimentação da impressora matricial é do tipo chaveada. As tenções de
saída são reguladas por transistor MOSFET é um circuito oscilador dotado
por um ou mais CIs. A tensão de entrada
é padronizada como 110Volts, é claro que há impressoras cuja fonte é bivolt,
significando que pode ser ligada tanto em 110Volts como em 220Volts.
Sensores
Tanto
a impressora matricial, jato de tinta e a laser, possuem sensores. Estes
sensores tem funções específicas de acordo com cada modelo e marca.
Os sensores podem ser do tipo:
Micro Chaves, Foto - Acopladores ou Magnéticos.
Sensores que são
encontrados em todas as impressoras
§
Sensor “Presença de Papel”
§
Sensor “End”
Sensores que são
encontrados em algumas impressoras
§
Sensor
de Box
§
Sensor
de Temperatura
Motor de Passo
Motor de Passo para Cabeça de
Impressão
Este motor recebe informações do processador da impressora. Os
dados recebidos vão acionar o motor levando a cabeça para a direita e esquerda.
Motor de Passo para o Rolo
Pressor
Este motor gira o cilindro “Rolo Pressor” movimentando o papel
sob a cabeça de impressão.
Sistema Mecânico
O mecanismo das impressoras é dotado de correia dentada e
engrenagens.
O sistema de telefonia celular é aquele que realiza
uma comunicação telefônica por meio de RF.O conceito CELULAR foi desenvolvido em
1947 pelos laboratórios Bell. Ele é baseado na possibilidade de reutilização
das freqüências de áudio, distribuídas em diferentes partes em uma área, mas
suficientemente distintas umas das outras para evitar interferências.
Em telefonia celular, a região a ser coberta por sinais de
radiofreqüência (RF) é dividida em áreas menores chamadas de células, sendo que
cada uma conta com a cobertura de uma torre de potência de alta freqüência.
Isto explica porque mesmo em movimento, uma chamada telefônica não é interrompida:
o canal de RF da primeira célula é substituído automaticamente por outro, sem
que essa mudança seja notada pelo usuário. Este processo é denominado de
HAND-OFF.
Cada célula necessita de uma ESTAÇÃO RADIO BASE. A seguir podemos
ver a representação da célula: ela é baseada no hexágono para facilitar a
demonstração da atuação de cada célula.

PADRÕES
No Brasil foi adotado o mesmo padrão
dos Estados Unidos, conhecido por AMPS: Advanced Mobile Phone Service. O
espectro é dividido em dois grupos de freqüências, uma para transmissão da
unidade móvel para a Estação Radio Base (824 a 849 MHz) e outra para a recepção
da unidade móvel (869 a 849 MHz).
A seguir vemos a configuração de um
sistema celular, ilustrando as ligações com a central telefônica e a Radio Base
e as transmissões/recepções com a unidade móvel.

A
seguir ilustramos as células; cada célula tem em seu centro uma estação
Radio Base onde estão localizadas as seções de transmissão e recepção. Uma CCC
(central de comutação e controle) efetua todo controle das operações atuando como
um cérebro do sistema. A capacidade de processamento da CCC deve ser
suficientemente grande para poder atender toda uma área geográfica (uma cidade,
por exemplo).
A seguir vemos o diagrama em blocos de
um receptor de telefone celular (estudaremos apenas a unidade móvel ou
portátil).
O sinal proveniente da Estação Radio Base é irradiado pelas
antenas com uma modulação de 868 a 894 MHz (um canal dentro desta freqüência) e
é recebido pela antena da unidade móvel (portátil).
A antena está conectada a um filtro
duplex que “distingue” os sinais recebidos dos sinais emitidos pela própria
unidade.
Esta seção de recepção é um sintetizador de RF, implementado com
circuitos integrados do tipo LSI de elevada precisão e com interface para
processamento lógico.
O filtro duplex é composto por dois
filtros passa-faixa, um que seleciona um sinal através de uma cadeia de filtros
para a recepção e outro para a transmissão. Normalmente estes filtros são
especiais, construídos com uma resina epoxi para evitar interferências e
perdas. O fator Q destes filtros é bastante elevado.
Conforme o diagrama em blocos anterior,
temos um estágio destinado ao processamento de transmissão, que deve operar na
faixa de 824 a 849 MHz, com uma potência de saída em torno de 1 W. Alguns
modelos destinados a uso específico em veículos, são dotados de potência de 3W
e outros com potências menores da ordem de 0,6 W.
O módulo transmissor também opera com CI LSI, de tecnologia
controlada por microprocessador.
O sinal da voz proveniente do microfone
de eletreto passa por um filtro depois sofre três processos: compressão na
razão de 2:1, pré-ênfase e circuito limitador de picos. Só depois desses
procedimentos é que o sinal vai ser modulado e enviado ao bloco transmissor.
Esta unidade é responsável pelo
processamento dos sinais de protocolo, sinalização e dados digitais da unidade
móvel.
Na transmissão, a unidade portátil deve
codificar os dados de controle pelo codificador. Há ainda o tom de sinalização
de 10 KHz e o sinal TAS (Tom de Áudio Supervisão), que é um sinal de tom
combinado com os sinais da voz pela Estação Radio Base. Através deste bloco,
deve-se detectar e filtrar esse tom, assim como modular e transmitir a
portadora da voz com esse tom.
O TAS é nominalmente conhecido pelo
valor de 6 KHz. Mas pode assumir os valores de 5970 Hz e 6030 Hz.
O CI que executa estas funções
incorpora uma interface para conexão com o microcontrolador. É um CI dedicado.
Incorpora também conversores dos tipos D/A e A/D. Através de registradores
internos que funcionam como uma espécie de memória ROM, é possível enquadrar o
portátil nas especificações da Estação Radio Base quanto a limitação de sinais
espúrios, rejeição de intermodulação, estabilidade, correção de erro de fase,
índice do tom de modulação e demais parâmetros técnicos. Tudo é realizado
digitalmente e colocado externamente na forma de pulsos analógicos ou sob forma
de níveis de tensão contínua.
PROCESSADOR DE ÁUDIO
Também conhecido por processador de voz é o circuito cuja
função é processar o sinal de áudio tanto do microfone de eletreto como do
alto-falante (cápsula receptora), formando assim a parte elementar do monofone.
Este circuito também é conectado ao
microcontrolador e na unidade de processamento de dados. A unidade de processamento
de áudio está conectada diretamente na linha de modulação. A seção do
alto-falante recebe uma amplificação também pelo CI dedicado desta unidade.
Neste estágio é feito também a discagem
(circuito de sinalização), lembrando que tudo passa pelo controle do
microcontrolador. O sistema de sinalização adotado em telefonia celular é o
DTMF – Duplo Tom Multi Freqüência. Cada tecla, através desta unidade, emite
duas freqüências, uma baixa e outra alta, conforme a figura a seguir. A
sinalização é simultânea com a teclagem: quando a tecla é pressionada há sinal
de linha, quando é solta é interrompido. A pausa entre dígitos é de 800 ms.
De fato, o telefone celular, não possui
o tom de discar. Em um sistema de telefonia convencional, o tom de discar
informa ao usuário que ele foi conectado ao equipamento de comutação
telefônico. No celular, o usuário é conectado à CCC (Central de Comutação e
Controle) após pressionar a tecla SND. Por esta razão, uma chamada do celular é
iniciada pressionando as teclas numéricas do telefone desejado.
|
KEY |
ROW |
COLUMN |
CODE
(83-80) |
|
1 |
1 |
1 |
1111 |
|
2 |
1 |
2 |
0111 |
|
3 |
1 |
3 |
1011 |
|
4 |
2 |
1 |
1101 |
|
5 |
2 |
2 |
0101 |
|
6 |
2 |
3 |
1001 |
|
7 |
3 |
1 |
1110 |
|
8 |
3 |
2 |
0110 |
|
9 |
3 |
3 |
1010 |
|
0 |
4 |
2 |
0100 |
|
A |
1 |
4 |
0011 |
|
B |
2 |
4 |
0001 |
|
C |
3 |
4 |
0010 |
|
D |
4 |
4 |
0000 |
|
* |
4 |
1 |
1100 |
|
# |
4 |
3 |
1000 |
O microcontrolador é um circuito
integrado LSI C-MOS, que reúne em um único chip vários sistemas independentes, como
contadores, CPU, RAM, ROM e blocos de funções dedicadas, desenvolvidas
especialmente para um determinado projeto. Não existe equivalências para o
microcontrolador.
MEMÓRIAS EXTERNAS
Retornando ao diagrama em blocos, vemos ali que o microcontrolador
está conectado a um barramento de dados e endereços onde encontramos as
memórias externas RAM, EPROM e LATCHES.
O LATCH é um dispositivo que tem a
função de trava de informações. O latch funciona como uma porta, que estando
ativa, deixa passar a informação.
A RAM é uma memória volátil que perde
seu conteúdo com o desligamento da bateria. Esta memória é usada para armazenar
números de telefone e para armazenamento temporário de dados do
microcontrolador.
A EPROM é uma ROM programável (pode ser
também EEPROM que é apagada eletricamente e
regravada) contém todo software gravado pelo fabricante. É nesta EPROM
que é gravado a NAM: PROGRAMAÇÃO NUMÉRICA DE ASSINANTE que equivale a uma
identidade do aparelho celular. A programação numérica do telefone celular é
efetuada logo após a sua aquisição, ocasião em que ocorre também a comunicação
à CCC ( TELESP, TELERJ, e etc), que incorpora os dados numéricos do novo
assinante em sua base de dados.

Nesta EPROM ficará registrado o
NAM, que inclui as seguintes informações: o número de telefone do celular com
sete algarismos, a identificação do sistema
celular que servirá para o processamento do ROAMING que é a operação do
celular fora da região normal onde reside o assinante. Também inclui a seleção
da banda para a programação de procura (banda “A” ou banda “B”). Veja na figura a seguir:
![]()
A programação numérica NAM que é feita na EPROM, é realizada pela companhia telefônica
ou por empresas contratadas e credenciadas, por ocasião da inscrição na
telefônica. Alguns aparelhos de telefone celular possuem recursos que permitem
fazer esta programação na EPROM pelo próprio teclado que é acessado via CPU e
registra na EPROM todos os dados necessários. Em outros casos, essa programação
poderá ser feita por um aparelho específico chamado de PROGRAMADOR DE EPROM.
Os aparelhos
celulares tem capacidade para mais de uma programação de NAM. O fabricante do
aparelho pode gravar na EPROM um programa para compatibilizar o código do
microcontrolador com os recursos que o equipamento possui. Isto é o que
diferencia um modelo de outro. Entre os diversos recursos que um receptor
celular pode ter, destacamos: memória alfanumérica, marcador de tempo, controle
de volume, indicador de chamadas recebidas, viva-voz, bloqueio de restrições de
chamadas, indicador de força, tons contínuos, etc.
Na EPROM portanto, poderão conter todos os recursos do aparelho,
além da NAM, com intercâmbio com o microcontrolador.
Todo telefone celular necessita de
alimentação para seu funcionamento. Normalmente, é utilizado uma bateria NICAD.
A bateria deve ser carregada cerca de 24 horas antes de usá-la. A carga da
bateria será consumida muito mais rapidamente durante a conversação do que
quando em stand-by.
A antena é o elemento que fará a
emissão e recepção de sinais de RF da faixa dos 800 MHz. Para o melhor
rendimento das comunicações celulares, utiliza-se antenas do tipo MARCONI. O
tipo Marconi tem o tamanho igual a ¼ do comprimento de onda. O tamanho,
portanto, desta antenas são de alguns centímetros.
Já as antenas veiculares podem ter diversos
aspectos, com muita versatilidade. Não só a antena é importante, mas os cabos
de conexão que devem ser blindados para evitar interferências. O filtro de
entrada do aparelho também é muito importante para uma boa performance do
aparelho. Este circuito de filtragem é conhecido por filtro duplex pois opera
também para diferenciar as freqüências recebidas das freqüências emitidas pela
própria unidade.
Exposição aos Sinais de Rádio Freqüência
Seu telefone celular portátil, sem fio,
é um transmissor e receptor de rádio de baixa potência. Estando ligado recebe e
também envia sinais de (RF) rádio freqüência.
Cuidados com a
Antena
Utilize somente a antena fornecida com o seu telefone ou uma antena aprovada pelo fabricante de antenas ou acessórios não autorizados podem danificar seu telefone.
Veículos
Os sinais de (RF) poderão afetar os sinais elétricos instalados ou sem proteções a (RF) em veículos motorizados.
Utilização e
Cuidados com a Bateria
As baterias recarregáveis têm uma vida longa se forem tratadas corretamente uma bateria nova, ou outra que não tenha sido usado por um período de tempo longo, deverá ser carregada antes de usar o telefone. Evite carregar uma bateria totalmente carregada ou quase. Isso poderá resultar no efeito de memória que a bateria não atinja a carga máxima. Não Deixe sua bateria descarregada por mais de 24 horas, pois ela pode não atingir a capacidade total da carga.
Não coloque a sua bateria onde possa estar sujeita a temperatura muito altas ou baixas. Isso poderá reduzir a capacidade da bateria.
Não ponha a bateria exposta ao fogo. Isso poderá provocar uma explosão.
Desligue o telefone antes de retirar a bateria.
Não tente desmontar a bateria.