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Módulo
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MONITOR DE VÍDEO
FINALIDADE
Os computadores formam uma estrutura complexa onde no
interior da unidade de sistema existem circuitos básicos que determinam seu
funcionamento como, por exemplo, a CPU (Unidade Central de Processamento) dentro
do microprocessador, as memórias, a fonte de alimentação e, além disso,
diversos dispositivos periféricos que fazem a comunicação do computador com o
mundo exterior, ou seja, como o operador.
Dentre esses periféricos temos o teclado e o mouse, que é
por onde entram as informações que o operador precisa passa ao computador. Além
destes dispositivos, podemos ter outros periféricos que também podem transferir
dados para o computador, tais como os drives de disquetes, os modems, etc.
Para a saída das informações, temos periféricos como
alto-falantes, que emitem bips e outros sons que são gerados pelo computador, e
o mais importantes de todos, que é o monitor de vídeo, interface visual do
computador com o operador, gerando imagens (desenhos, palavras, fotos, etc.)
numa tela.
Quando os primeiros computadores pessoais surgiram, eram
usados como monitores de vídeo os televisores comuns. Os computadores possuíam
moduladores e codificadores internos que geravam sinais. Estes monitores eram
ligados diretamente á entrada de antena destes televisores, enviando os sinais
para um canal livre, exatamente como fazem hoje muitos videogames.
Com o tempo, a função de receber sinais de estações
emissoras, ou seja, de servir também como TV, foi abandonada e aparelhos
especiais capazes de projetar apenas as imagens geradas pelo computador foram
criados.
Os primeiros monitores de vídeo, como eram chamados,
eram unidades simples, monocromáticas (normalmente de fósforo verde), usadas
principalmente com computadores pessoais empregados em escritórios e empresas.
É claro que, como a evolução dos computadores
pessoais, os melhoramentos neste tipo de monitor foram pouco a pouco
aparecendo. O primeiro deles a ser considerado foi a definição da imagem. Os
televisores possuem uma definição que não pode ser considerada boa, se
quisermos projetar um texto ou ainda uma imagem que tenha muitos detalhes.
Assim, os monitores que foram sendo criados, pouco a
pouco foram melhorando suas capacidades de definir as melhores imagens, ou
seja, o número de pontos da imagem foi aumentando gradualmente, superando em
muito que encontramos nos televisores comuns.
È por este motivo que não se recomenda, de forma
nenhuma, que um televisor comum seja adaptado para funcionar como monitor de
vídeo, a não ser para a apresentação de informações que não exijam muita
definição como, por exemplo, mensagens com letras grandes.
Outro
aperfeiçoamento que foi introduzido nos monitores foi a reprodução de imagens
em cores. Como a utilização cada vez maior do computador para funções de laser
e mesmo trabalhos de maior qualidade tais como projetos de arquitetura, CAD, ou
ainda na edição de textos, a necessidade de se poder trabalhar com imagens em cores
de alta definição se tornou inevitável.
Finalmente,
o aperfeiçoamento que culminou com a diferenciação total de um monitor de vídeo
e um televisor comum quanto ao desempenho, foi o desligamento da necessidade de
se ter uma freqüência de operação atrelada a uma emissora ou à própria rede de
energia. O sincronismo da imagem do televisor é feito pelo sinal da estação
emissora, pois as imagens reproduzidas numa tela devem estar em total
sincronismo com a imagem captada pela estação distante.
Para
um computador a imagem não precisa estar atrelada às informações que venham de
longe, mas tão somente à unidade do sistema que está ao lado. Isso significa
que a reprodução das imagens pode ser feita numa freqüência, mas rápida,
determinada apenas pela unidade do sistema. A principal vantagem no aumento da
freqüência de sincronismo está na eliminação de certos problemas que ocorrem
com a imagem de um televisor como, por exemplo, a cintilação.
Entretanto, a evolução do monitor de vídeo não ficou
apenas nos circuitos que cercam o cinescópio semelhante ao de um televisor,
denominado Tubo de Raios Catódicos (TRC) ou CRT da abreviação em inglês, “que
se aparece” com um TV comum.
A possibilidade de gerar imagens utilizando outras
tecnologias logo entrou em cena com a criação dos displays de cristal
líquido ou LCD (LIQUID CRYSTAL DISPLAY). Estes displays são chatos e
leves e consomem muita menos energia, comparados a um monitor de vídeo que use
um TRC.
Isso os torna ideais para uso em computadores
portáteis como os laptops, notebooks e palmtops,
Um display deste tipo tem seu principio de
funcionamento baseado nas propriedades nemáticas de certas moléculas, que podem
ser “giradas” no espaço a parti de sinais elétricos. Isso significa que podemos
criar numa tela cheia com estas substancias pontos claros ou escuros, girando
as moléculas da substância naquele local com campos elétricos.
Para produzir cores basta mudar a cor do fundo de
cada ponto de imagem, formando tríades, conforme mostra abaixo:

R - Vermelho
B - Azul
G – Verde
Com a combinação das três cores básicas, cada
ponto pode ser produzido com a cor desejada.
Se bem que os displays de cristal líquidos
tenham como vantagens seu baixo consumo e pequeno peso, eles ainda são muitos
caros quando comparados aos monitores de vídeo tradicionais, que usam os tubos
de raios catódicos como os televisores, sendo por isso mais usados nas
aplicações portáteis com indicamos.
O preço do display é um dos motivos pelos
quais os computadores portáteis são bem mais caros que os equivalentes de mesa
(laptops). Mas, mesmo sendo caros, a tendência é que seu preço cai a ponto de
que, brevemente, os displays de cristal líquido sejam utilizados em monitores
de mesa com mais freqüência, com um design muito mais interessante.
Atualmente, uma terceira técnica para elaboração
de monitores de vídeo está sendo empregada. Trata-se do monitores de plasma que
também já é empregado em alguns tipos de televisores. Este tipo de monitor, no
momento, só se aplica a tela de dimensões muito grandes.
O princípio de funcionamento do monitor de
plasma é completamente diferente do tubo de raios catódicos e do cristal
líquido.
Cada ponto de imagem contém uma cavidade cheia
de um gás que se ioniza quando alta tensão é aplicada. Quando ocorre a
ionização, o gás “acende” produzindo o ponto luminoso da imagem.
Como a grande maioria dos monitores de vídeo é
do tipo que emprega um tubo de raios catódicos (TRC) com dimensões que vão de
14 polegadas a 27 polegadas, o nosso curso tratará especificamente da
manutenção deste tipo de equipamento.
Fonte de Alimentação
Para gerar as varias tensões que os
blocos analisados precisam, o monitor de vídeo tem uma fonte de alimentação.
Como a maioria dos equipamentos modernos, os monitores de vídeo fazem uso das
fontes chaveadas quer seja pela sua eficiência quer seja pela sua capacidade de
gerar todas as tensões necessárias com poucos componentes. Estas fontes substituem
as lineares encontradas ainda em equipamentos simples que fazem uso de um
transformador pesado e de alto custo.
As fontes chaveadas podem ser abreviadas
por SMPS de Switched Mode Power Supply,que é sua designação em inglês.
Na figura a seguir temos circuitos em
blocos detalhados de uma fonte chaveada típica, encontradas não só nos
monitores de vídeo como também em equipamentos semelhantes como televisores.Ser
funcionamento é simples de ser entendido. O que temos é um transistor de
potência que recebe continuamente um sinal de um oscilador. A carga deste
transistor é formada pelos circuitos que devem ser alimentados.

A tensão média que aparece na saída do transistor
depende da duração média dos pulsos que ele produz, ou seja, da largura do pulso
forem mais largos, a tensão aplicada à carga.
Este tipo de fonte recebe o nome de
fonte chaveada ou comutada e o processo da modulação é denominada de PWM oupulse
width modulation que traduzido significa modulação por largura de pulso.
A carga do transistor ou outro elemento de chaveamento e um
transformador com núcleo de ferrite. Como este transformador trabalha com um
sinal de freqüência relativamente alta, entre 50 kHz e 200kHz, seu rendimento é
alto. Isso permite que ele possa trabalhar com potências elevadas,mesmo sendo
bastante pequeno e leve.na saída dos diversos enrolamentos secundários deste
transformador são ligados os retificadores e capacitores de filtro de onde
surgem então as tensões que devem alimentar os circuitos das outras etapas do
monitor de vídeo.
Nos enrolamentos também são ligados
circuitos que sentem as variações da tensão de saída e atuam sobre o oscilador
de modo que ele, alterando a largura do pulso, possa corrigir essas variações.
Em muitos circuitos são usados acopladores
ópticos nesta função, isolando assim os circuitos de saída do circuito de
controle que tem contato direto com a rede de energia.
Na figura a seguir temos parte de um
circuito sensor de uma fonte de alimentação chaveada.

Nesse circuito, a condução do
fototransistor no 4N35 depende intensidade do LED que, por sua vez, depende da
tensão de saída. Assim, mesmo isolado do circuito de saída, pela Luz que o LED,
emite o transistor pode controlar o oscilador PWM integrado.
No entanto, em muitos, monitores de vídeo não
existe isolamento a todo circuito, mesmo os de baixa tensão, não são isolados
da rede de energia, o que exige a adoção de medidas de segurança contra choques
quando o técnico trabalha na sua manutenção.
CIRCUITO VERTICAL
O Instante em que começa a reprodução de uma tela completa”um quadro da imagem”de um monitor e o movimento do feixe de elétrons que faz com que cada linha comece um pouco baixo da anterior, é determinado por um conjunto de circuitos denominados “verticais”.
O primeiro bloco deste circuito é um oscilador que gera um sinal
de baixa freqüência que depende do tipo de monitor, mas que está normalmente
entre 50 e 100 Hz (veremos nas lições seguintes as freqüências especificadas de
cada tipo) sincronizado por um pulso de vem do próprio computador (adaptador de
vídeo), denominado “pulso de sincronismo vertical”.A freqüência deste sinal
determina quantas vezes a imagem muda a cada segundo.
Este pulso deve ser absolutamente
sincronizado com o pulso horizontal, pois circuito deve “saber” quando começa a
primeira linha e quando termina a última, evitando a geração de uma imagem
“embaralhada”.
O sinal produzido pelo oscilador não tem intensidade suficiente
para deflexionar diretamente o feixe e elétrons, por tanto é necessário que ele
passe por uma etapa de amplificação.Desta etapa, os sinais são levados ao yoke
de deflexão vertical que é instalado no pescoço do cinescópio.
Como no caso da deflexão vertical, este
componente é bastante critico, pois dele depende a “fidelidade” da imagem. O
posicionamento incorreto ou ainda uma deformação do sinal aplicado podem fazer
com que a separação entre as linhas seja alterada e com isso tenhamos uma
alteração na imagem como exemplificada da figura abaixo:


![]()
Imagens
Deformadas.
Este bloco é mais simples que o de
deflexão horizontal, tato pela intensidade dos sinais quanto pelo fator de que
não temos etapas adicionais aproveitadas com outras finalidades.
Em um monitor monocromático (branco e preto ou de
fósforo verde) a intensidade de cada ponto de imagem ou seu brilho é dada pela
intensidade do feixe de elétrons. Existe para esta finalidade um bloco de
circuito denominados”circuitos de vídeo”que tem por função de modular os feixes
de elétrons que incide na tela quando a imagem é gerada. Este circuito também
trabalha em função do sinal de sincronismo para que ele saiba em que posição ad
tela está o ponto em que deve ser reproduzida e possa ajusta a intensidade do
feixe para que ele tenha o brilho desejado.
O circuito de vídeo recebe então o sinal
de vídeo dos circuitos de processamento e o aplica ao amplificador. Este tem
sua saída ligada ao catado do cinescópio controlando a tensão negativa aplicada
normalmente com ajuda de uma etapa e potência, na configuração indicada na
figura abaixo:


Quando o transistor esta no corte, seu
coletor (ligado ao catodo) fica mais positivo, e com isso os elétrons não são
emitidos.O ponto de imagem é, portanto escuro. Quando o transistor satura,o
cotado fica totalmente negativo,e emite os elétrons com máxima intensidade
havendo a reprodução de um ponto claro de imagem (verde ou branco conforme a
cor do fósforo).
Entre o corte e a saturação podemos levar
o transistor a todos os graus possíveis de condução, gerando assim uma escala
de brilho que contem todas as tonalidades de cinza entre o branco e o preto,
para um monitor de fósforo branco.
Para
um monitor de cores, a diferença está no fato de que temos três tensões de
vídeo, um apara cada canhão (RBG), veja a ilustração na figura 26.
Estes
sinais passam por blocos idênticos ao do cinescópio monocromático controlando
três transistores de saída.Cada um dos transistores pela sua condução, vai
determinar qual é o brilho ou a “quantidade de cada cor” que deve entrar na
composição de um determinado ponto a imagem, exatamente como ocorre nos
monitores de cores comuns.
Um
problema visual no cinescópio em cores ocorre quando um destes transistores
“queima”.Abrindo o cinescópio passa a ter o canhão correspondente positivo e o
feixe de elétrons da cor deixa de funcionar.Passa então a “faltar” uma cor na
imagem reproduzida.
Um
canhão azul que deixa de funcionar por esse motivo torna a imagem “amarelada”,
e nos locais que deveria aparecer objetos em azul, temos apenas o preto.
Um Texto em
azul sob o fundo negro simples deixa de ser reproduzido. Em alguns monitores
são usados circuitos integrados de potência que em seu interior incluem três
etapas com transistores capazes de exercitar diretamente os catodos dos cinescópios.
Quando uma das etapas “queima”, não temos outra alternativa senão trocar o
circuito integrado inteiro.
Os
circuitos de controle
A maioria dos monitores de vídeo simples possui
controles para imagem reproduzida, que consistem em simples trimpots ou
potenciômetros. Estes são denominados controles analógicos e, normalmente,
descobrir um problema neles não é difícil, assim como proceder a sua troca.
Entretanto, existe monitores que possuem controle
digital ( é comum que os vendedores e mesmo nos anúncios para os monitores de
vídeo que possuem controle digitais seja denominados “digitais”), quando na
verdade eles ainda opera com sinais analógicos provenientes da unidade do
sistema.
Reconhecemos facilmente quando o monitor tem
controles analógicos, pois eles consistem em botões no painel que deve ser
girado para fazer o ajuste correspondente.
Conforme já vimos existe controles analógicos
formados por trimpots que são ajustados nas placas internas de acordo o modo de
operação e que, portanto, só devem ser feitos uma vez.
Por outro lado, nos monitores digitais (que
normalmente são chamados de “digitais” pelos anunciantes, mas que ainda
trabalham com sinais analógicos), temos para essa finalidade puch-buttons ou
interruptores, que devem ser pressionados dado-se toques ou mantendo-os
apertado para se realizar o ajuste desejado.
Para transforma o comando digital (toques o tempo
em que ele é mantido pressionado) num sinal de controle para a etapa que
realiza a função correspondes encontramos no circuito interno um
microprocessador como, por exemplo, o
uPC78c11.
O microprocessador transforma os sinais digitais em
sinais analógicos de controle para os circuitos externos.
Este componente consiste num circuito integrado com
um invólucro DIL de muitos terminais (normalmente 40 pinos ou até mais) onde
entram todas as conexões das chaves digitais de comando e de onde saem as
linhas de controle para as etapas correspondentes.
O microprocessador funcionando, portanto, como uma
central inteligente de controle que fornece os comandos ou sinais de ajustes
para todas as etapas que devem ser controladas.
COMPUTADOR
A
COMUNICAÇÃO (INTERFACE) COM O USUÁRIO:
Os dispositivos de comunicação com o usuário explicados a seguir servem para dar entrada nos dados, obter os resultados e interagir com os programas do computador.
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Semelhante ao de uma máquina de escrever, com algumas teclas adicionais necessárias, o teclado é usado para dar entrada nas informações. Suas teclas são altamente sensíveis e respondem ao menor toque de seus dedos.
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Semelhante a uma tela de TV, o monitor é um dispositivo de saída de dados e serve para visualizar os resultados do processamento de informações. Também serve para visualizar textos, planilhas, gráficos, imagens em movimento e até os canais de TV.
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É um acessório que facilita a comunicação do usuário com o computador. O usuário aciona o mouse e o movimento é reproduzido na tela por um cursor em forma de seta. Com este cursor é possível escolher as funções desejadas dentro de um programa, fazer gráficos ou desenhos, sem usar o teclado.
II – FUNCIONAMENTO
INTERNO
Todos os componentes internos de um computador ( HARDWARE ) são conectados entre si para que cada parte exerça uma função e como resultado desse trabalho em conjunto, os programas ( SOFTWARE ), são executados. Todas essas partes ficam “escondidas” dentro do gabinete.
Hardware
É a palavra usada para definir a parte física de um equipamento. Além do computador, formado por placas, discos, microprocessadores e outros, incluem-se nesta definição as impressoras, monitores de vídeo, scanners, mouses, entre outros.
São os programas que dão vida e função aos computadores. Os programas são escritos em linguagem digital e comandam todo o funcionamento do computador. Sem um software de sistema de qualquer tipo, um computador ficaria indiferente ao mundo em geral, e para com os humanos em particular.
Gabinete
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O Gabinete nada mais é do que a grande peça metálica que fica geralmente ao lado do monitor do usuário, e que serve única e exclusivamente para “guardar” todas as peças internas do computador, aquelas que fazem realmente o trabalho de funcionamento. Pode-se pensar no gabinete como se fosse o local no carro onde fica guardado o motor.
O Gabinete às vezes é chamado erradamente de “CPU”.
Gabinete não é CPU ! CPU é outra parte totalmente diferente do computador.
Algumas peças internas são encaixadas e parafusadas
diretamente no gabinete, outras estão na Placa Mãe.
Placa Mãe ( Placa de Sistema )
A Placa Mãe ( Mother Board ) é uma grande placa que fica dentro do gabinete que abriga em si várias outras placas e os principais componentes internos do computador.
Na placa mãe, encontramos os Slots, que são “encaixes” que nos permitem que se “fixem” ao computador outras placas para o funcionamento de partes distintas da máquina. A Placa Mãe é como se fosse um grande prédio que abriga em si, várias repartições, departamentos e escritórios em geral.
Na Placa Mãe, encontramos ainda abrigados: O Microprocessador, a Memória RAM, a BIOS, e a Memória Cache
Outras placas e seus funcionamentos
Vejamos algumas destas principais placas:
PLACA DE VÍDEO – A Placa de Vídeo é responsável por transmitir os sinais e convertê-los em imagem para que possa ser visualizada no Monitor de vídeo. Sua função então é fornecer ao Monitor a imagem.
PLACA DE SOM – A Placa de som, que geralmente faz parte de um Kit Multimídia (Kit Multimídia é um pacote que contém: Drive de CD, Caixas de som e a Placa de som ), possibilita a execução de som no computador. É responsável pela saída e Entrada de Som no computador. Tudo o que é ligado a som, passa por esta placa.
PLACA DE REDE – Quando você ver algum computador ligado a outro em uma empresa, saiba que isto é uma rede. A rede são várias máquinas interligadas para que todas elas tenham, geralmente, o mesmo conteúdo. Muito utilizado em grandes empresas esse recurso de rede; e somente através desta placa, isto é possível. Ela tem a finalidade de interligar um computador a outro, e assim sucessivamente.
PLACA DE FAX-MODEM - O fax modem é uma placa que permite ao usuário comunicar-se com o mundo através da INTERNET. O princípio de funcionamento da placa de fax é que ele faz com que o computador possa “conversar” com outro computador através da linha telefônica. É um dispositivo que conecta os computadores às linhas telefônicas. São imprescindíveis para o acesso a serviços de informação on-line. A palavra modem é formada dos termos Modular/Demodulador. O Fax-Modem também podem receber e enviar fax.
MICROPROCESSADOR (
C.P.U. – Unidade Central de Processamento)
O Microprocessador,
ou C.P.U, é o cérebro do computador. As informações internas, quando estão
sendo executadas, passam pelo Microprocessador. Ele é o responsável por
processar estas informações. Tudo o que acontece dentro dá máquina passa pelo
Microprocessador, e ele atua como um “Gerente”
interno. Quando você vai comprar um computador a primeira parte a ser
observada no ato da compra é qual o tipo de Microprocessador está instalado na
máquina.
O módulo que controla e coordena tudo dentro de um computador é a unidade central de processamento, ou CPU. É na CPU que as atividades reais da computação são executadas.
Trabalhando a partir dos códigos de instrução (buscar da memória e executar alternadamente), a CPU faz todos os cálculos especificados por um programa. Pode então armazenar os resultados de sua operação na memória ou enviá-los a qualquer outra parte dentro ou fora do computador. Como todos os microcomputadores, o PC possui uma CPU implementada quase que inteiramente num único circuito integrado (chip), conhecido por microprocessador.
Existem vários tipos de Microprocessador PENTIUM;
assim como existem vários tipos de lâmpadas (força de iluminação ). A força de
uma lâmpada é medida pelos WATTS. Quanto mais WATTS uma lâmpada tiver, mais
força de iluminação ela terá.
Com o Microprocessador é a mesma coisa. Quanto mais força ele tiver, mais quantidade de informações ele processará. A força de um Microprocessador se mede pelo MEGAHEARTZ (MHZ)
Ex. PENTIUM
900 MHZ – Força de processamento de 900 Megaheartz.
Ex. PENTIUM 1.2 GHZ – Força de processamento de 1.2 Gigaheartz.
Microprocessador
Pentium
Obviamente
este é um item que está presente apenas nas placas de CPU Pentium. Assim como
ocorre com o 486, o Pentium também é acoplado a um micro ventilador para evitar
o seu aquecimento excessivo, o que pode danificá-lo. A figura 6 mostra o
acoplamento deste micro ventilador. Em geral, as placas de CPU Pentium são
vendidas já com este micro ventilador acoplado. Caso o usuário receba uma placa
sem este micro ventilador, deve ser providenciadas a sua aquisição e
instalação, o que é bem simples. Figura 6 - Acoplando um micro ventilador no
Pentium.

Conector para o teclado (ATX)
Placas
ATX possuem na sua parte traseira, conectores de suas diversas interfaces.
Entre eles, encontramos o conector de teclado, padrão PS/2, como o mostrado na
figura 2. Caso seja necessário ligar um teclado com conector DIN (o
tradicionalmente usado na maioria dos teclados), será necessário utilizar um
adaptador, normalmente fornecido junto com o gabinete, mas que também pode ser
comprado em separado, em lojas que revendem produtos de informática.

Conector
da fonte de alimentação (ATX)
As fontes de
alimentação ATX utilizam um único conector de 20 vias, que deve ser ligado na
placa de CPU. A figura 3 mostra o conector existente na placa de CPU. Observe
que além da presença de uma guia plástica na parte lateral, os seus furos
possuem formatos diferentes, sendo alguns quadrados e outros pentagonais. Isto
evita que o conector da fonte seja ligado de forma invertida.

Conectores para o
painel do gabinete
Trata-se de um grupo de
pinos metálicos, nos quais devem ser encaixados pequenos conectores existentes
nas extremidades dos fios que partem dos dispositivos do painel frontal do
gabinete. Existem conexões para os LEDs, botão RESET, botão Power, alto
falante, etc.

Soquete para as
memórias
As placas de CPU Pentium II, com exceção das
primeiras a serem lançadas, possuem soquetes para a instalação de memórias
SDRAM de encapsulamento DIMM de 168 vias.As primeiras dessas placas, equipadas
com o chipset i440FX (próprio para o Pentium Pro, e aproveitado para o Pentium
II), suportavam memórias EDO DRAM e FPM DRAM, em geral com encapsulamento SIMM
de 72 vias.

Chipset
Muito
importantes são esses chips, responsáveis por várias tarefas vitais: controle
da memória DRAM, controle dos barramentos ISA e PCI, circuitos que formam as
interfaces IDE, controladores de DMA e de interrupções, etc. A figura 6 mostra
o chip 82371AB (também conhecido como PIIX4). Além de integrar o chipset
i440LX, usado em placas de CPU Pentium II, este chip também faz parte do
chipset i430TX, usado em placas de CPU Pentium.

O outro integrante do chipset i440LX é mostrado na figura 7. Entre várias de suas funções, uma delas é o controle do barramento gráfico AGP, criado pela Intel visando acesso mais veloz às placas de vídeo que seguem este padrão.
Figura
7
1 Chipset: Circuitos auxiliares na placa. Controlam o
fluxo de entrada e saída de dados. Para sistemas AMD, as marcas mais
comercializadas são: Via e Ali
2 Socket Super 7: Local de instalação do processador.
Possue bus de 100MHz e suporta clock variados, na casa dos 500MHz.
3Conectores PCI:
Varia de 3 a 4 conectores (32 bits) dependendo da placa.
4 Conectores ISA: Varia de 3 a 1 conector (16 bits) dependendo da placa.
5 Conector AGP: Conector (32 bits) para placas de
vídeo. Sua taxa de transmissão varia de acordo com o hardware.
6 Conector de Memória DIMM: Banco de memória de 168
vias tipo SDRAM e EDO RAM.
7 Conector de Memória SIMM: Banco de memória de 72
vias tipo FPM e EDO RAM
8 Conectores IDE: Conexão de discos rígidos.
9 Portas de Comunicação: Comunicação externa, seja
entre computadores ou mouse.
10 Conectores da Fonte: Pode ser padrão AT ou ATX.
11 Porta Paralela: Conexão para impressora ou outros meios de saída.
12 Floppy Disk: Driver de disquete.
13 BIOS: Gerenciamento do sistema.
14 Memória Cache:
Memória de auxílio do processador.