Módulo 4

 

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Circuito formador OSD

 

O formador OSD ( ON Screen display) deverá gerar pulsos  positivos em 3 ou mais pinos do micro de acordo com a cor desejada dos caracteres. Sendo que estes pulsos acabam entrando em outros pinos do mesmo CI de processamento geral de luminância e crominância. Mas para que os caracteres possam aparecer ou somar-se ao canal de vídeo deverá haver um comando de chaveamento ou seja uma tensão que mude o posicionamento da chave  que seleciona os sinais R, G e B, sinal de vídeo com os sinais R, G e B dos caracteres. Estes comando é chamado de BLANKING

 

SISTEMA DIGITAL

 

O sistema de sintonia digital (DICAS – Digital Channell Selection) é um sistema de canais que utiliza as técnicas PLL e Prescaller.

                Todos os TVs que utilizam este recurso há um CI onde incorpora dezenas de estágios que utilizam centenas de funções analógicas e digitais.

                 Existem muitas vantagens quando um TV é dotado de sistema digital ex: Sintonia exata e estável para todas as freqüências ou canais; total imunidade a interferências elétricas; busca de sintonia crescente ou decrescente; seleção direta de canais; memorização dos números de canais, chegando até 136 canais.

 

PLL

      Phase Locked Loop – é um decodificador com elo travado por fase. Veja diagrama abaixo:

 

 

§         O bloco PD, é DETETOR de fase,.

§         O bloco LFP, é um filtro passa faixa.

§         O bloco VCO, é um oscilador controlado por tensão. O VCO consiste de um diodo VARICAP que altera sua capacitância de acordo com a tensão reversa que lhe aplica.

 

PRESCALLER

          O Prescaller (PSC) é um circuito que divide a freqüência do VCO por um valor pré-determinado controlado por uma CPU ( Unidade Central de Processamento ). O Prescaller tem a função de corrigir o PLL, já que quando o VCO excede a faixa operacional do dispositivo, o circuito não opera corretamente. Para solucionar este problema, instala-se o Prescaller após o VCO, antes do DETETOR de fase do PLL.

          O Prescaller opera através de um intercâmbio com a CPU. Ele pode reduzir o erro de fase e da freqüência a zero, tornando o circuito confiável. Veja este intercâmbio do PLL com o Prescaller no diagrama em bloco abaixo:

 

 

       O elemento básico do sistema é uma memória ROM interna ao CI do sintonizador. Esta memória está programada de fábrica com o código binário correspondente à freqüência do oscilador local.

       O número do canal solicitado ordena ao registrador o endereço da memória ROM, que enviará ao circuito o código binário armazenado correspondente à freqüência do oscilador. O conteúdo do contador dependerá do período de tempo que o circuito da porta permanecer ativo.

       Através do divisor programável consegue-se obter uma contagem de pulsos proporcional ao valor de freqüência do oscilador de cada canal. O circuito integrado de corrente gera a tensão de erro que será aplicada ao oscilador local do sintonizador.

 

A ASSTP, mostra a seguir o diagrama em bloco interno do micro processador digital com memória RAM para armazenar até 99 canais. Neste modo pode-se localizar os números de uma determinada emissora armazenada de forma binária na RAM.

 

 

Com este recurso, a sintonização pode ser feita através da  ROM ou pela RAM. Na ROM, o usuário pode acessar todos os canais. Pela RAM, o usuário pode acessar somente os canais de sua preferência e que ele próprio memorizou na RAM, canais preferências.

Há duas maneiras de se comutar os canais, através das chaves do painel, estas chaves você já identificou na aula passada, ou por intermédio do controle remoto.

        Seja qual for a procedência da comutação, o sinal é recebido pelo bloco receptor que acionará o contador da estação. Este habilita a memória RAM que fornecerá os bits para o contador de canal.

       Simultaneamente à leitura da RAM, o circuito habilita a leitura da ROM a fim de garantir maior seletividade ao circuito.

       Normalmente utiliza-se um contador de duas condições (crescente e decrescente) para selecionar o canal desejado. Portando, no painel do TV só se pode sintonizar os canais de forma seqüencial .

       Para a visualização dos caracteres dos canais na tela, se deriva no barramento de dados que está interligado com a CPU e se aplica ao registro do número do canal. A visualização é feita através dos pinos de saída “DATA”.

       A visualização pode ser feita na tela do lado esquerdo ou direito. Isto é programado na memória EPROM ou ROM que acompanha a CPU do sintonizador

 

 

 

 

 

 

TRANSMISSOR

 

    Os receptores de TV, utilizam controle remoto com raios infravermelhos. Utilizam sistemas multifrequêncial ou sistemas baseados em uma temporização muita exata.

     Há também sistemas que o controle remoto realiza múltiplas funções lógicas.

     Para um controle de 32 funções ficar imune a interferências ou reflexões que possam provocar um funcionamento incorreto, está protegido mediante codificação dos dados na forma de onda mostrada pela forma de onda abaixo:

 
 

 

 

 

 

 

 

 

 


Ao teclar um comando no remoto, é transmitida uma certa seqüência de dados, seguidos por um trem de pulsos de 24 bits. Este código compreende 7 bits de código de início e 5 bits de mensagem. Esta seqüência de 12 bits volta a se repetir, porém invertida.

      Quando uma tecla é pulsada, é enviado um trem de pulsos, completo que será posteriormente decodificado pelo receptor.

O CI que executa esta função é de tecnologia MOS LSI e já incorpora todos os códigos binários para executar suas funções.

 

 

 

RECEPTOR

 

 

 

       O receptor do controle remoto recebe, através do sensor com fotodiodos, os trens de pulsos emitidos pelo transmissor.

      Após amplifica-los convenientemente, eles são injetados no CI LSI, microcontrolador .

      O processador codifica os pulsos identificando como: brilho, cor, canais, volume etc.

 

 

 

 

 

VÍDEO CASSETE

 

 

Para se desenvolver a técnica de conserto em vídeo cassete é necessário conhecer bem a teoria básica do funcionamento do circuito eletrônico e a do mecanismo.

        Para se localizar defeitos em vídeo cassete, seguiremos quatro etapas fundamentais que são: determinar os sintomas, diagnosticar, isolar o estágio defeituoso e consertar.

        Os defeitos em vídeo cassete se encontram em três estágios são eles: circuito de gravação, circuito de reprodução e circuito do servo.

        No diagnóstico do vídeo cassete, envolve o uso do diagrama e esquema. É necessário memorizar o diagrama em blocos do vídeo para entendermos o esquema, dando uma seqüência lógica de raciocínio do diagnóstico.

        De acordo com o sintoma, sigamos no diagrama em bloco e no esquema elétrico o percurso do sinal, sempre imaginando um ponto em que ele pode estar interrompido. Como se vê, no diagnóstico não se usa ferramentas, apenas raciocínio teórico, diagramas e esquemários.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


                                                                                                                                            

Para isolarmos o estágio defeituoso, precisamos de instrumentos como multímetro, jogo de chaves Allem de 0,9 mm, 1,2 mm e 1,5 mm, um gerador de barras, fitas padrão, um osciloscópio de no mínimo 10Mhz para defeitos mais críticos e outras ferramentas para conserto de TVC.

 

 

 

Recomendações:

 

Ø      Durante o diagnóstico, nunca faça nenhuma espécie de ajuste no interior do vídeo cassete, isto trará falsas conclusões durante o conserto

Ø      Na reposição, use sempre peças originais, se não for possível, use peça equivalente de boa qualidade.

Ø      Os CIs de croma, são bastante sensíveis, evite curto circuito com os dedos, mesmo com o vídeo desligado, a pele humana tem uma certa resistência, dando assim o desvio de tensão que estão acumulados em capacitores, para sua pinagem, levando-o a se danificar.

 

 

Tuner

 

        O vídeo cassete torna-se um equipamento independente em termos de sintonia de canais, como o TV, devido a etapa de sintonia das emissoras, constituída pelo amplificador de rádio freqüência (RF) e conversão intermediária de 45,75 Mhz totalmente compatível com o TV.

        É representado abaixo o diagrama em bloco etapa “TUNER” do vídeo cassete.


 

 


        Nos vídeos cassetes importados, a etapa Tuner, fica dentro de uma pequena caixa metálica blindada, denominada Caneca de RF. Seus componentes são soldados por robôs na placa de circuito impresso.

Se ocorrer defeito no Tuner, deverá substituir toda Caneca de RF,com o circuito interno.

FI e Detectores de Vídeo e Áudio

 

        Já recebemos o sinal de rádio freqüência do tuner, o mesmo será amplificado e demodulado. A sensibilidade e a seletividade do sinal são feitas graças ao amplificador de FI.

        Depois de amplificado, o sinal será demodulado para o sinal de luminância (Y), crominância, sincronismo (vertical e horizontal) e áudio.

        No circuito de FI encontra-se um filtro, SAW ( filtro de ondas acústicas de superfície). No circuito de FI do vídeo cassete, também se encontra AGC, como no TV.

        Áudio e FI de áudio, geralmente são constituídos por um só CI, assim como o FI de vídeo e amplificador de vídeo.

 

Processamento de Gravação de Luminância

 

        A função básica deste circuito, é deixar o sinal de luminância preparado convenientemente para a gravação na fita magnética. Este sinal é demodulado depois de sua amplificação, e nivelado no circuito de CAG, tendo a freqüência em FM de 3,4 a 4,4 Mhz, e depois é reforçado através de um buffer (reforçador de sinais).

 

Amplificador de gravação

 

        O sinal de luminância em FM e o de croma em 629 Khz, serão misturados e amplificado. As cabeças magnéticas serão alimentadas com corrente e tesão reforçado através deste estágio.

        Nos vídeos cassete VHS se utiliza a gravação do tipo helicoidal, onde tanto a fita como as cabeças se movimentam.

 

Amplificador E – E

 

E-E é a abreviação de eletrônico para eletrônico. Ao ser apertado a tecla REC, a saída do sistema de gravação, é ligado ao terminal de entrada do sistema de reprodução, permitindo ver a imagem que está sendo gravada.

        Neste caso só há ligação entre circuito eletrônico, isto é eletrônico a eletrônico. O defeito que poderá vir ocorrer é durante a gravação imposilitando a monitorização  da imagem no TV.

 

 

 

 

AFC e Rotação de Fase

 

        O AFC (Controle Automático de Freqüência) tem duas funções: a primeira é corrigir qualquer desvio na freqüência do sinal de croma e, a segunda função é criar a rotação de fase necessária para correção do efeito CROSSTALK de croma.

        A partir do circuito E-E retira-se o pulso de sincronismo horizontal denominado por HSS. Um oscilador gera uma freqüência de 160 vezes a do HSS, um divisor lógico por 4, gerando 4x629 Khz.

        Um pulso emitido pelo servo de 30 Hz, denominado HSP (Pulso de Chaveamento da Cabeça).

        Qualquer anormalidade neste estágio CROSSTALK de croma ou ausência total de cor.

 

 

 

 

 

 

 

APC e VXO

 

        O estágio APC (Controle Automático de Fase) tem por finalidade principal manter corretamente a fase do sinal de croma através do sinal especial de 4,20 Mhz.

        O VXO (Oscilador a Cristal Controlado por Tensão) gera o valor de 3,58 Mhz. O APC soma o VXO com AFC (93,58 + 629 Khz) e suas respectivas fases, produzindo 4,20 Mhz com fase idêntica as 3,58 Mhz. É desta forma que o circuito de conversão de croma denomina-se modulador balanceado.  

        O APC pode ser visto junto do circuito de conversão de croma. O procedimento para teste de APC e VXO são os mesmos para  o AFC e rotação de fase, ou seja usando o osciloscópio e multímetro digital para as medidas de tensão.

        É que, nesta etapa, ocorrem alterações entre os sistemas NTSC e PAL-M.

 

Tabela

 

Descrição

NTSC

PAL-M

VXO

3,579,547 Mhz

3,5761 Mhz

AFC - VCO

629,360 Khz

631,326 Khz

Rotação de Fase “A”

+ 900

Zero Grau

Rotação de Fase “B”

- 900

900

APC

4,208905 Mhz

4,206937 Mhz

Chave Pla

Não tem

Tem (Freq. De 7K8)

Bust

1800

1350 e 2250

Linha de Retardo

1 H (63,5)

2 H (127)

Só Funciona na Reprodução

Micro Segundo

Micro Segundo

       

As informações a serem gravadas pela cabeça, são recebidas atrvés dos tranformadores rotativos.

        O circuito integrado que faz a amplificação de gravação tem a função de chaveamento das cabeças. Ele prevê Sinais básicos que comutam os diversos circuitos, como: PB-H é o sinal que sai pelo pino 8 e 5, que apresenta um nível alto (HIGH) durante o modo de reprodução.REC-H, durante o modo de gravação o sinal apresenta com o nível alto.

 

Conversor de Rádio Freqüência (RF)

 

        Para o VCR conectar ao TV, é necessário um circuito que converta as informações de vídeo em uma portadora de RF (valores identicos aos do canal 3 ou canal 4), de modo que possa ser aplicado à entrada da antena do TV.

        Em alguns vídeos este circuito fica blindado a uma caneca de metal. O sinal de áudio é modulado em FM e é incluído no sinal de vídeo através de uma diferença de 4,5 Mhz. Na saída de RF, temos áudio e vídeo juntos.

 

Amplificador de Reprodução

 

        As cabeças magnéticas recebem da fita os sinais Y e croma, e os lançam ao amplificador para serem processados a cada sinal correspondente.

        O sinal de entrada de cada cabeça apresenta somente uma informação de um dos campos, cuja reconstituição é feita por um circuito somador.

 

A fim de impedir que o ruído captado, durante o período em que a cabeça esteve fora da fita, apareça na reconstituição do sinal, as informações são chaveadas (30 Hz), permitindo a passagem dos sinais somente durante o período ativo da cabeça conforme ilustra a figura abaixo.


 


                                              

 

 

 

Processamento de Reprodução de Crominância

 

No diagrama abaixo, mostramos o processo de croma durante o modo “PLAY”.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


        O sinal de croma é amplificado e estabilizado pelo ACC. Em seguida,  passa pelo modulador balanceado, onde será restabelecido o valor original de 3,58 Mhz e se neutralizará a rotação de fase.

 

Sistema Servo

 

        Todas as posições mecânicas contidas no VCR são controladas pelo circuito servo. As informações são aplicadas automaticamente na fita pelo circuito servo que controla a velocidade dos motores, tanto na gravação como na reprodução. E também o circuito servo que grava, em um setor da fita, as informações de sinal que especifica a velocidade da fita (CTL).

 

 

Servo Drum – Cilindro

 

         No servo Drum são aplicados o sinal FG (gerador de freqüência) e o sinal PG (gerador de pulso). Na base do motor “direct drive” encontramos os magnetos do FG e PG. Esses magnetos tem formato de cabeça magnética.

        As cabeças de vídeo tem o chaveamento feito pelos pulsos do PG, determinando exatamente a posição das cabeças.

 

 

Servo Capstan

 

        O servo capstan  é o responsável pelo acionamento do volante do capstan que produz o movimento da fita. Nele está acoplado o sistema de acionamento dos carretéis bobinadores.

        O sinal de referência do servo capstan é obtido a partir do PG do cilindro (30 Hz).

 

 

 

 

 

O servo capstan trabalha em três velocidades. Veja a tabela abaixo.

 

MODO

VELOCIDADE DA FITA

HORAS

RPM

SP

3,34 cm/s

2

180

LP

1,67 cm/s

4

90

SLP

1,11 cm/s

6

60

 

Sistema de Controle (SISCON)

 

A função do controle do mecanismo é selecionar as operações do VCR através das teclas. As operações são controladas por um ou dois microprocessadores, que controlem os motores, solenóides e mecanismo. Abaixo o diagrama em blocos do sistema de controle é ilustrado:


 

 

 


Todas as operações do teclado que ficam no painel frontal e do controle remoto são controladas pelo microprocessador. Os sensores enviam sinais para o microprocessador colocando-o em operação. Os principais sensores são:

 

 

Fim de fita

       

        Entra em estado STOP (de parada), quando a fita chega ao fim. A fita tem no final uma pelicula transparente e isto permite a passagem de um feixe de luz produzido pelo diodo emissor de luz infra-vermelho, ou lâmpada, atingindo o fototransistor deste sensor.

 

 

Sensor DEW

 

        Este sensor desliga o VCR quando tiver com umidade no cilindro.

 

         Sensor Slack

 

        Este é o sensor de fita frouxa. Quando defeituoso, ele faz enrolar a fita no guia do capstan. O problema é mecanico.

 

Cabe mencionar que os principais defeitos do VCR  ocorrem neste estágio, coligados aos do mecanismo. As causas de defeitos no VCR, de um modo geral, resumem-se em três:

 

·        Microprocessador defeituoso;

·        Circuitos adjacentes defeituosos;

·        Mecanismo defeituoso.

 

Fonte de Alimentação

 

        A fonte de alimentação deve fornecer tensão DC estabilizada para estágios do VCR. Havendo alguma pane na fonte, o VCR fica inoperante.

                                                                                                                                                    

Siglas do VCR para ser Estudado co Esquema

 

NOME

OPERAÇÃO

FVCTL

Controle do Vertical Falso Nível Alto (H)

Liberado somente em efeitos especiais – STILL, e advance, slow, V. Search e Speed x 2

ALBL  (ALPBL)

Carregamento da fita somente na função Play nível ( 1)

EEL

Este nível de tensão baixo, assumindo nível alto 1,5 segundo após o carregamento da fita na função play.

CLOCK IN

CLOCK OUT

O sinal de clock é produzido por um ressonador cerâmico de 4 Mhz (x)

LOADING MOTOR

CTL

Controle do motor de carregamento.

CASSETE

M. CONTROL

Controle do motor do Box.

MOTOR REVERSE

CONTROL

Controle para acionamento reverso dos motores de carregamento e Box.

BRAKE SOLENOID

Comanda o acionamento dos freios dos bobinadores.

END SENSOR

Sensor de fim de fita.

START SENSOR

Sensor de início de fita.

REEL SENSOR

Sensor ótico colocado debaixo do bobinador de recolhimento. Serve para indicar se o motor do castan está girando ou não.

DRUM SENSOR

Serve para informar o syscon se o motor do cilindro (Drum) está girando. Possui um pulso de 30 Hz quadrado, gerado a partir do FG do cilindro. Este pulso e chamado (HSWP).

FRAME ADV. PULSE

Avança quadro a quadro.

MEMORY (L)

É um comando para o sub-servo memorizar o tipo de velocidade do motor capstan. (SP, LP ou EP).

CAPSTAN REVERSE

Controle para reverter a rotação do capstan.

CAPSTAN STOP

Controle de parada do motor do Capstan.

SERVO STRABE

Pulso de onda quadrada para habitar o servo a receber dados.

KEY IN

Atrvés de diferentes níveis de tensão aplicados neste pino, é possível selecionar a função desejada.

WR/C KEY IN

Linha de alinhamento do power ON/OFF

CAN, SW,KEY IN

Entrada de informações da chave de posição do mecanismo.

CASSETE KEY IN

Entrada de informações da chave de posição do Box.

BIAS CTL

Tensão de nível (H) liberada quando a função REC for acionada.

 

        

 

 

 

 

 

 

 

 

Siglas do VCR para ser Estudado com Esquema

 

DRUM MUTE

Comando de parada do motor do cilindro.

DEW SENSOR

Sensor de unidade é usado para detectar unidade residual no VCR. Caso haja as funções ficam inoperantes.

X2 SPEED CTL

Tensão de nível H liberada na função Play X2 ( X2 Speed). Para chaveamento do sinal de croma na PCI auxiliar croma.

TIMER CLOCK

Pulso de sincronismo emitido pelo CI para syscon. Sem ele não existe comunicação entre os circuitos integrados.

VSC “0”

VSC “1”

Pode ser chamado de “Servo mode 0” OUT

Pode ser chamado de “Servo mode 1”