Módulo 3

MÓDULO 3

BAIXE O CURSO COMPLETO


Continuando sobre CDP, No esquema temos o diagrama em blocos do pick-up, onde podemos localizar a bobina do tracking, a bobina de foco, os seis foto diodos e o diodo laser.

 

 

 


O servo recebe sinais dos fotodiodos e efetua a correção através das bobinas (dispositivo axial duplo). O bloco EFM faz a demodulação dos fotodiodos, decodificando os frames. Uma amostragem de sinal é utilizada para o APC controle automático de potência do laser.

O aparelho deve decodificar o sinal digital em PCM/EFM e transforma-lo em sinal analógico audível. Durante o processamento, é utilizada a memória RAM para atuar na correção (código CIRC).

        O sinal lido pelos fotodiodos do pick-up, após passar pelos amplificadores e filtros, e transformados em um sinal denominado Eye Pattern.

 

 

 

 

 

SERVO

 

O CDP possui quatro servos:

Ø      Servo foco

Ø      Servo tracking

Ø      Servo slide

Ø      Servo CLV (spindle)

 

Servo foco: Este servo tem como função, corrigir o foco sobre a pista do disco. Este servo mantém distância constante entre o disco e a lente. Evitando a desfocalização que ocasionaria dropouts na leitura.

        Faz isso aplicando uma corrente variável na bobina de foco que está no pick-up. O servo foco recebe sinais dos próprios fotodiodos. Qualquer erro de foco será detectado por uma diferença entre fotodiodos  em função da luz refletida sobre eles (evidentemente que a desfocalização da luz refletida implica numa diminuição do sinal elétrico convertido pelos fotodiodos). O esquema a seguir ilustra o processo detecção do servo foco.

 


 


       

 

        O pick-up, através dos quatro fotodiodos, envia o sinal elétrico ao amplificador do servo foco. Quando o disco está muito perto da cabeça, os diodos A+C terão um nível maior. Ao contrário, quando o disco está longe da cabeça óptica (portanto desfocado), B+D terá um nível maior. Um circuito PLL comparará a diferença deste sinal com uma referência que é fornecida pelo servo. Se as entradas forem iguais, a saída será nula. Porém, se as entradas forem diferentes, indicando sinal fora de foco, a saída terá nível alto, que colocará em funcionamento o drive, que por sua vez excitará a bobina de correção de foco.

 

Servo Tracking: O servo tracking, de trilhagem, tem a função de manter com precisão o deslocamento nas trilhas do disco. Não existindo nenhum contato mecânico entre o pick-up e o disco, a trilhagem é efetuada por meios ópticos. No pick-up, além dos quatro fotodiodos do sinal de RF, temos dois outros detectores. Quando o feixe de luz está corretamente sobre as trilhas, a intensidade da luz será uniforme em todo o pick-up (diodos A-F). Os dois foto diodos auxiliares (E-F) estão posicionados um a frente e outro atrás do feixe principal. Se ocorrer um pequeno desvio no feixe (para a direita ou para a esquerda), um dos dois fotodiodos (E+F) conduzirá mais, enviando esta informação ao servo. A diferença entre A e F efetuará a correção do trilhamento. Este mesmo sinal ativará o controle e drive do motor de deslize. Também é utilizada a técnica PLL para correção do tracking.

        Um tripot pode efetuar uma compensação manual de ganho entre dois fotodiodos (E e F), compensando alguma diferença de polarização. O tracking do CDP pode ser comparado ao tracking do vídeo cassete.

 

Servo Slide: O motor slide (deslize) move o pick-up óptico do centro ao extremo do disco. O servo slide deve controlar a velocidade de avanço e recuo do pick-up, de modo a se posicionar nas trilhas corretamente. Este servo serve também para levar o pick-up para faixa programada pelo usuário do aparelho.Este servo é dependente do servo tracking, conforme vemos no esquema abaixo.

 


 


                                                                                                                          

Servo CLV: Este servo (Constante Linear de Velocidade) controla a rotação do motor Spindle – motor de giro. Veja esquema abaixo.

 


 

 

 


        O disco gira a uma velocidade de 500 RPM (parte interna) e a 200 RPM (parte externa da circunferência). O disco não pode girar a uma velocidade

angular constante, pois caso o fizesse, faria com que quando a cabeça lesse uma trilha mais próxima do centro, a quantidade de dados fosse diferente de quando estivesse lendo uma trilha na periferia do disco. Compete ao servo CLV efetuar este acompanhamento. Um demodulador lê as informações do sinal EFM do disco e decodifica a uma velocidade de cada trilha do disco (o sinal de sincronismo está gravado no disco em forma de frames). Através da memória RAM é acionado o circuito PLL de correção e, posteriormente, é ativado o drive do motor de giro do disco. O PLL (elo travado por fase) do CLV compara a velocidade dos dados, entrando na RAM com uma freqüência de referência do aparelho. Cada motor tem, além do CI de controle do servo, um drive para gerar corrente de excitação.

 

 

 

MICROPROCESSADOR DO SYSCON

 

 

 

        O microprocessador do sistema de controle é um CI dedicado que efetua o controle do display, do teclado, do servo e do circuito loading. Alguns aparelhos sofisticados que tenham controle remoto ou timer, também terão estas funções controladas pelo micro. O micro controla, além do servo, o circuito de processamento do sinal. Faz isto por meio do servo. O ciclo do microprocessador consiste de um programa fixo destinado ao controle de todas as funções previstas no aparelho. O microprocessador, através das instruções, fornece os comandos que controlam o fluxo das informações e, de acordo com a operação que está sendo realizada, pode modificar de um modo pré-determinado estas mesmas informações. O elemento básico do microprocessador é a CPU (Unidade Central de Processamento). A CPU faz todo o controle de funções. As vias de dados são os caminhos por onde os dados caminhão. A via de endereço é unidirecional. É utilizada para o endereçamento de um circuito. A via de controle conduz os sinais de controle que comandam todas as operações do micro. O microprocessador usado em CPD é um microcontrolador cujo software já vem incorporado no seu hardware. Para conhecer um microcontrolador, não podemos considerar o CI como uma “caixinha preta”, saber apenas sua pinagem. Antes, torna-se necessário conhecer o seu conteúdo. De um modo geral, o microcontrolador possui os seguintes circuitos intermos (além dos circuitos do microprocessador, esquema a seguir).

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 


Contadores: São temporizadores binários, necessários para gerar clocks e gerar o ciclo de operação de vários circuitos.

 

Portas I/O: São portas lógicas de entrada (IN) e de saída (OUT). Cada porta é, na realidade, um flip-flop tipo D ou latch. Latch é uma cédula de memória com capacidade de armazenar um bit.

        

Clock PLL: Internamente temos um VCO (oscilador controlado por tensão), travado pelo PLL (elo de fase travada). Este circuito permite gerar pulsos seriais de clock, a partir de um cristal interno. No esquema abaixo vemos alguns comandos fornecidos pelo microcontrolador  para os circuitos mute e de ênfase.


 

 


CONVERSOR D/A

 

 

        O conversor D/A tem por função recuperar o sinal analógico de áudio. O Conversor é constituído conforme o número de bits do sistema e no CDP ele é igual a 16 bits seriais. Convém lembrar que o código PCM originalmente gravado no disco era de 16 bits. Depois foi codificado em EFM (8 para 14). No receptor, decodifica-se este código EFM recuperando 16 bits, para depois então ser convertido pelo D/. Pelo processo de amostragem e quantização o sinal é amostrado na freqüência de 44,1 khz. Após o demodulador EFM recuperar-se 8 bits para cada canal, totalizando 16 bits. O demultiplex irá separar o sinal composto de áudio, recuperando as informações em estéreo para os canais L (Left) e R (Right). O CI utilizado no CDP como conversor D/A é especial, pois deve-se obter uma faixa dinâmica de 96 dB e o erro de tensão analógica não deve exceder 0,005%. A tensão analógica é obtida a partir das tensões digitais da entrada. É conveniente lembrar que o nível zero equivale a ligarmos o ponto de terra e o nível um equivalente à tensão pré-determinada, geralmente igual a da fonte de VCC. Internamente ao bloco conversor D/A temos implementado resistores e um amplificador operacional de saída.

 

 

Demultiplex: Entende-se por demultiplex ao estágio que envia dados ou sinais de uma linha para várias linhas de saídas. No caso do CDP, uma entrada e duas saídas.

 

LPF (Low Pass Filter): É um filtro que só permitirá a passagem dos sinais de áudio, impedindo a passagem do sinal composto do demultiplex.

 

Pré-amplificador: Neste estágio, o sinal de áudio será pré-amplificado, adquirindo um ganho suficiente para excitar um aparelho externo tal como um amplificador de potência, um tape desk, equalizador, etc.

 

Fonte de Alimentação: A fonte de Alimentação deve suprir todos os circuitos com corrente e tensão, respeitando as tolerâncias de estabilidade e regulação de tensão.

 

 

 

Sinais de controle do micro-processador:

 

Ø      LD: Sinal que alimenta o drive do laser.

Ø      EYE PATTERN: Sinal de RF.

Ø      FOK: Sinal que indica que a lente objetiva está na possição correta.

Ø      MIRR: Circuito espelho. É utilizado para detectar quando o laser está focalizado sobre a superfície refletiva do disco, onde não há sinal. Deve ser “L” quando for correto e “H” quando for incorreto. É especialmente usado nos modos Search e Skip.

Ø      DEFECT: Sinal detector de defeito. Deve ser “L” quando a leitura do pick-up for correta.

Ø      ASY: Auto-simetria. Em geral, é uma tensão DC de 2,5V.

Ø      EFM: Saída de dados digitais.

Ø      FÉ: Tensão de erro de foco (saída).

Ø      TE: Tensão de erro de trilhagem (saída).

Ø      GFS: Guarded Frame Sync – sinal que só apresenta nível alto quando a velocidade do disco estiver correta, ou seja, o disco fica sincronizado com o clock do aparelho.

Ø      MDP: Sinal que controla o sincronismo da velocidade e fase.

Ø      MSD: Controla a velocidade do disco.

Ø      MON: Sinal que controla o liga/desliga do motor.

Ø      FSW: Sinal que altera o valor do circuito de filtragem.

Þ Os quatro sinais (MDP, MSD, MON e FSW) são pertencentes as servo CLV. São sinais de pulso, porém, passam por um filtro LPF e se tornam sinais analógicos (nível DC).

Ø      PLCK: Clock do sistema (4,3218 Mhz)

Ø      DATA: Dados serias que contém o código PCM de 16 bits.

Ø      RESET: Limpa todo o conteúdo dos chips.

Ø      DATA, CLOCK, LATCH: Sinais de comando do micro para os Cis.

Ø      SENSE: Sinais de informação dos CIs para o micro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Encaderne suas apostilas para ter um bom material

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

TV

 

A TV de última geração dispõe de circuitos auxiliares digitais, que apresenta recursos especiais, além das exibições normais de som e imagem.

 

FONTE CHAVEADA

 

              Nas fontes chaveadas, o tempo de condução de um componente de controle (CI, Transistor ou SCR), é variado, de modo que a tensão média na saída se mantenha no valor desejado.  Operando numa freqüência  elevada, pode-se empregar transformadores pequenos com núcleo de ferrite ou mesmo componentes de baixa dissipação para saídas de alta tensão.

              Descreveremos uma fonte do tipo Fly back assíncrono isolada, que opera numa freqüência de 25kHz.

                      Esta fonte que usa o CI TDA 8380, foi desenvolvida pela Philips,  também dotada pela Sharp.

 

Tensão Principal:103-115-145 V/0,65 A.

 

Tensão para o Circuito de Áudio: 28 V/0,21 A.

 

Tensão para Circuito de Pequeno Sinal: 18 V/0,44 A

 

Tensão para o Circuito de Controle REM.: 8 V/0,31 A

                                       

 

 

 

 

As tensões de entrada podem ficar na faixa de 180V a 265V, com freqüência de 50 Hz ou 60 Hz.

                O circuito inclui ainda proteções para caso de sobre tensões na saída, sobrecargas, curto-circuito e circuito aberto, no caso de saturação do núcleo do transformador, e ainda para tensões de entrada fora da faixa especificada.

 

 

 

 

FUNCIONAMENTO DA FONTE

 

             ASSTP, mostra a seguir o diagrama em bloco da fonte aqui mencionado:

 

 

 

 

FILTRO DE REDE

 

                Tem como função de minimizar a poluição da energia que alimenta o circuito, a qual é causado por sinais de RF, sinal gerado pela própria fonte devido à sua comutação rápida.

 

RETIFICADOR DE ENTRADA

 

               Retifica a tensão de entrada e também condiciona para alimentação dos circuitos de chaveamento.

 

 

TRANSISTOR COMUTADOR DO TRANSFORMADOR DE PULSOS

 

 

  A comutação do transistor converte a tensão DC de alimentação em uma tensão AC no enrolamento primário do transformador, de modo que a energia possa ser transferida para os enrolamentos secundários. Este componente também tem como função de proporcionar o isolamento dos circuitos alimentados da rede de energia.

 

CI OSCILADOR DE TENSÃO

 

              Trata-se do TBA8380, que aciona diretamente o transistor comutador (chaveador – regulador), quando a fonte é ligada.

              No momento em que as saídas estabilizam, o CI e a etapa de excitação são alimentados por um enrolamento especial do transformador.

 

 

 

 

CIRCUITO HORIZONTAL

 

 

 

 

O circuito Horizontal se divide em:

 

          Sincronismo geral.

          Sincronismo Horizontal.

          Oscilador Horizontal.

          Saída Horizontal.

         Os pulsos chegam ao circuito Horizontal, através da etapa Sincronismo geral, ou amplificador de sincronismo.

         O Sincronismo Horizontal ou CF, tem a função de fazer a comparação dos pulsos aplicados pelo

Sincronismo geral e lança-los ao  Circuito Oscilador Horizontal.

          O Oscilador Horizontal, gera uma freqüência da ordem de 15.743 kHz.

         Os pulsos gerados pelo Oscilador, conhecido como; DENTE DE SERRA  é enviado a etapa de Saída Horizontal.

 

DEFLEXÃO HORIZONTAL

 

O sinal de vídeo composto proveniente do pino 13 ou pino 15 via RCA é enviado ao separador de sincronismo horizontal internamente no IC201. Após separado,   o sinal de sincronismo composto é enviado ao separador de sincronismo horizontal, após a separação o sinal horizontal sync, é enviado ao detector de fase 1; é comparada a fase e a freqüência do pulso de sincronismo horizontal (via emissora) com um pulso proveniente do oscilador horizontal, que é gerado a partir do oscilador 3,58 MHz. Após passar pelo divisor, o resultado dessa comparação gera a correção no oscilador horizontal. O sinal resultante é enviado ao detector  de fase 2. O detector compara a fase e a freqüência do pulso proveniente do oscilador horizontal com o pulso FBP, que é gerado no pino 6 do T602 é enviado (TSH) para o detector através do pino 38 do IC201. O sinal após o detector de fase 2  é enviado ao estagio Hout. ( Drive de corrente) e sai através de pino 37 do IC 201 como sinal HD. A figura abaixo ilustra o processo.

 

 

 

Pegue um esquema do TV SHARP para analisar o circuito horizontal

 

Do pino 37 do IC 201, sai o sinal de onda quadrada (HD) no instante que estiver em nível alto, faz o transistor Q601conduzir e polarizar o primário do T601(Drive com nível baixo. Assim obtém-se um DDP (diferença de potencial) que induzirá para o secundário uma tensão fazendo Q602 (saída horizontal) conduzir. Com a condução desse transistor há uma descarga imediata dos capacitores  C616 e C617. Essa descarga  juntamente com a condução de Q602, faz a corrente fluir em um determinado sentido através da YOKE. Conseqüentemente, força o feixe eletrônico a explorar um determinado sentido na tela. Analisando de forma inversa, ou seja, no instante em que a onda quadrada do pino 37 estiver em nível baixo, o transistor Q601 fica cortado, não polarizando T601. Este Drive então não envia corrente para o transistor de saída horizontal Q602, fazendo com que os capacitores C616 C617 se carreguem portanto ocorre a reversão do sentido da corrente no yoke e como conseqüência também da exploração. 

 

 

 

CIRCUITO VERTICAL

 

        Para varredura do quadro no cinescópio, é necessário a produção de um campo magnético que varie linearmente com o tempo e volte ao seu valor inicial. Para produzir este campo magnético nas bobinas de deflexão deve-se aplicar uma corrente elétrica como forma de onda de dente-de-serra na freqüência de 60Hz. A potência necessária dependerá do tipo do tubo de imagem, levando em conta o seu tamanho. Este oscilador deverá estar perfeitamente sincronizado para que a imagem se mantenha estável na tela. Nos sistemas mais sofisticados, automáticos (PLL) para se auto ajustar.

        A figura abaixo ilustra um diagrama em blocos de um estágio vertical de um TV. Os sinal de sincronismo composto passa por um separador de sincronismo e dele é retirado o impulso vertical (2). Este impulso referenciará o oscilador (3) que produzirá a corrente de dente-de-serra e aplicará este sinal até o Drive (4), onde será feito o ajuste da linearidade vertical (um fato muito importante em tubos de grandes  dimensões ). O estágio de saída (5) tem por função produzir a corrente elevada para excitar as bobinas de deflexão (8) passando antes pelo estágio Pincushion (6) e convergência (7).     

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Os sintomas causados pelo mau funcionamento do circuito Horizontal e Vertical

 

 

 

HORIZONTAL – TV não funciona – faixas escuras nas laterais, faixas inclinadas.

VERTICAL – Risco branco no centro da tela no sentido horizontal (vertical fechado), faixa escura na parte superior ou inferior.

 

Veja aulas práticas na internet e acompanhe as dicas de consertos através da sua apostila de laboratório de TV.

 

 

FI de Vídeo / Luminância/Crominância.

 

FI  =   Saída do sinal de frequencia intermediaria  de video ;

BU  =  Faixa de UHF.  (  unidade  de alta frequência ) 

MB ou + B linha de tensão ;

VT = tensão variável ;

BH = Faixa dos canais altos ;

BL = Faixa Faixa dos canais baixos ;

AGC=  Controle automatico de ganho ( entrada de pulsos ) ;

 AFT =  Sintonia  automatica de frequência .

Observação: alguns TVs, o VARICAP que vem escrito VH e VL o BH é linha de tensão (+B)

Para faixas de tensão

Ø      Atenção é importante decorar os nomes das bandas do TUNER para poder identificar qual seria a banda defeituosa ou mesmo o sintoma. Veja logo abaixo a figura do VARICAP.

O sintonizador (VARICAP) recebe os sinais captados pela antena nos quais estão compreendidos em VHF-L de 54 a 88 MHz. VHF-H de 174 a 216 MHz e UHF de 470 a 890MHz. O sintonizador então seleciona uma destas freqüências pela variação de tensão em sem pino VT e é chaveada uma das bandas pelos pinos VL, VH e V. toda essa seleção é realizado por um circuito intergrado.

No diagrama em bloco do CI, há um bloco escrito (AGC), este é o circuito Controle Automático de Ganho, que irá controlar o ganho de sinal de vídeo captado pela antena.

Em um dos pinos do sai o sinal de vídeo composto uma parcela desse sinal é amplificado e enviado ao CF (FILTRO) que permite apenas a passagem da sub-portadora de áudio, este sinal é injetado no outro pino do CI.

 Neste mesmo CI já temos o sinal de áudio suficiente para ser amplificado no outro CI ( saída de som)

Outra parcela do sinal que sai em outro pino  é amplificado por um transistor e aplicado ao CF (trap. de vídeo) que eliminará a sub-portadora  de áudio deixando passar somente croma e luminância. O sinal de vídeo entra em um pino o qual passará por vários processos internamente. 

        Um exemplo e o CI TDA 8361 internamente têm a separação de croma e luminância. O sinal de luminância vai para o separador de sincronismo que retira os sinais para a correção de fase horizontal e vertical.

 

Processamento de crominância

 

         O sinal de vídeo composto entrará em um filtro BFP de 3.58 MHz ( filtro eletrônico interno ao CI BFP), separando somente os sinais de croma que acabam indo ao 1o amplificador de croma, onde atua a malha de ACC (automatic color control), evitando que variações de sintonia do canal possam fazer variar a saturação da cor. Logo em seguida, com o sinal já devidamente amplificado, entrará nos Demoduladores R-Y e B-Y, saindo os sinais diferença de cor, sem as portadoras de 3.58Mhz.

 

Sistema PAL

 

Esta linha tem como objetivo atrasar sinais para somar com os atuais, resultando com isso na eliminação dos desvios de fase aleatórios ou erros de matriz comuns no sistema NISC. O atraso de sinais diferença de cor e posterior memorização, sendo estes liberamos logo em seguida, sendo novamente transformados  em sinais analógicos. O dispositivo CCD  ( Charge Coupled Devicce) ou dispositivos de carga acoplada é capaz de memorizar e processar as informações através feito tanto para o sistema R-Y e B-Y. para que o circuito possa funcionar com o passo correto, será necessário um oscilador de alta freqüência (VCO) o sinal será processado de forma sincronizada com a imagem para evitar interferências.

O VCO (oscilador) será dividido quantas vezes forem necessárias até chegar a freqüência de 15.734 Hz. Para assim criar a tensão de correção para o próprio VCO. Os sinais atrasados em 63.5NS. ( para padrão PALM).

A diferença de cor R-Y e o sinal B-Y entrarão antes e deverá ser criado o sinal G-Y que é feito através da somatória das inversões dos sinais R-Y e B-Y somando-se estes três sinais com o sinal de luminância, forma-se os sinais R, G, e B que excitarão os amplificadores que estão na placa do tubo excitando os cátodos.

Para que os sinais de diferença de cor possam ser demodulados é separado o sinal de BUST, feito através dos pulsos BGP ( BUST, Gate, Pulse) ou pulso de abertura de porta de BUST, que é criado a partir de um atraso no sinal de Sincronismo horizontal.

O sinal de BUST é então amplificado, entrando no 1o comparador que recebe uma amostra do oscilador 3.58 MHz(defasado em 90o) esta comparação resultará na sincronização  do oscilador de 3.58MHz a zero grau, onde podemos assim, fazer a demodulação do sinal B-Y. para a demodulação do sinal R-Y, precisamos defasar em 90oa portadora de 3.58MHz e ainda inverte-la linha sim, linha não ( somente para o caso do sistema PAL) antes de enviar esta portadora ao demodulador R-Y esta inversão linha sim, linha não, será obtida através de um flip- flop, que receberá pulsos H.  A sincronização deste flip flop será obtida pela comparação da onda quadrada de 7.8KHz, proveniente do flip flop com a variação de 7.8KHz proveniente da amplificação das alternâncias do BUST ( somente para o sistema PAL). Casos as fases esteja corretas, nada sairá do circuito. Identificador, mas caso haja algum problema no circuito haverá a formação de um pulso ou pulsos que obrigarão o flip flop a voltar fase correta. Caso não haja a correção do sinal de cor após alguns pulso, haverá o acionamento do circuito Killer, que abaixará a tensão existente nos amplificadores de cor, cortando a cor. Ao mesmo tempo, haverá também queda de tensão no pino do CI informando ao micro que a cor foi cortada.